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Textos rss

Ê X T A S E. Por Carlos Herriot

(1)
30/01/2013

À minha frente,
Escuros olhos,
Lábios úmidos,
Célere coração,
Respiração ofegante.

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TRANCELIM. Por Marilia Arnaud

Por Marilia Arnaud Para Yanko Cyrillo (Recriação do conto SARAPALHA, de Guimarães Rosa) Na minha mocidade, isso aqui era lugar sem risco no mapa, de gente simples e de vergonha, a vida no vagar do encadeado dos dias e janeiros, no tempo espichado, que não se tinha saber de horas, não, senhor, era um acordar… Leia mais ›

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ANTES DO PÔR DO SOL. Por Carlos Herriot

ANTES DO PÔR DO SOL Por Carlos Herriot   Antes do pôr do sol Quero Sorver uma pêra e comer um sorvete. Antes do pôr do sol Desejo Olhar o mar – no movimento e no som Da vida – e o infinito E respirar as luzes do dia E me deixar tatear pelo soprar… Leia mais ›

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ENCONTRO. Por Edmundo Gaudêncio

ENCONTRO Por Edmundo de Oliveira Gaudêncio No bar, apenas duas moscas, o garçom, eu e um casal. Ele olhava para ela com olhos de volúpia, ela olhava para ele com olhos de te quero, ela envergonhada e ele acabrunhado, porém, cada um escondendo seus desejos por baixo de suas vontades. Ele agitava as mãos, grandiloqüente;… Leia mais ›

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CANAVIAL. Por Majda Hamad

  CANAVIAL Por Majda Hamad A ALMA GRITA E O CORPO ARDE DE DOR O SOFRIMENTO É CONSTANTE E O SÓL QUENTE, ESCALDANTE AFLORA O SUOR QUE MOLHA A CARNE, OSSOS TREMIDOS CURVADO A ESPERA DE UM DESCANSO, A NOITE ENFIM CHEGA O SONO VEM E COM ELE A INCERTEZA DO DIA SEGUINTE. Por Majda… Leia mais ›

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Amor Peregrino ou A Casa Azul. Por Ysabel Cristina

  Amor Peregrino ou A Casa Azul Por Ysabel Cristina I – Amor Peregrino ou A Casa Azul A casa vazia de janelas enormes O olho mágico do futuro O gosto da fruta naqueles olhos azuis Céu vermelho. Se equilibra na ponta do amor peregrino Sonhos são os que não têm nome. Saber disso é… Leia mais ›

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Casa, uma casa, minha casa: cartografia afetiva do morar. Por Edmundo Gaudêncio e Mahayana Gaudêncio

  Casa, uma casa, minha casa: cartografia afetiva do morar Mahayana Nava de Paiva Gaudêncio (*) Edmundo de Oliveira Gaudêncio (**)   “Quem virá bater à porta? Numa porta aberta se entra Numa porta fechada um antro O mundo bate do outro lado de minha porta.”             (Pierre Albert-Birot, apud Bachelard, 1978, pg. 199) “A… Leia mais ›

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SOMBRAS. Por Edmundo Gaudêncio

SOMBRAS Por Edmundo de Oliveira Gaudêncio O que, para minha mãe, era apenas teatro-de-sombras, jogo com lume de candeeiro, mãos e parede branca do quarto de minha infância, era, para mim,  acalanto com luz e gestos. Aquela brincadeira com réstias entre o quase escuro do já-dormindo e a claridade do quase-sonho transformou-se-me, vida afora, em… Leia mais ›

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🔴 JUÍZO FINAL – INÍCIO DAS DORES

🔴 PERDER O MEDO DO FIM DO MUNDO

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🔴 ASTEROIDE 2002 NT7

🔴 CONFRONTO CIBERNÁTICO – BOLSONARO E DONALD TRUMP